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Mostrando postagens de novembro, 2015

Mais uma qualquer...

Foram dias em que eu achava que o tempo não passaria. Havia alguns em que tive a certeza de que o tempo passava tão rápido E que não tínhamos o controle de nada, Nem de nós mesmos. Fora um tempo em que eu refiz e fiz Laços. Desatei nós. Perdi a linha algumas vezes. Recuperei-me. Foi a época em que eu me perdi, Mas fora para me achar. E nesse vai e vem, Eu já não sabia onde estava. Demorou algum tempo para perceber Que o que eu era Estava bem na minha frente, Só que eu não achava. Pois tudo o que buscava Era por fora, Nunca dentro De mim. Foi um ano em que muita coisa mudou, Porem, Milhares permaneceram do mesmo jeito, O que causou incomodo. Incomodei-me Com algumas coisas. Acostumei Com outras. Comecei a buscar o mundo Fora da caixa, Porque o que me ofereciam, Já não me bastava. Eu já havia descoberto Quem eu era, Onde estava, E para onde eu queria ir. Eu aprendi que realmente O tempo passa rápido. E o que eu achava ...

Nota esquecida em um canto qualquer...

Tempo, tempo, tempo... Por que és tão alheio? Por que é tão difícil perceber que quando mais te quero, é quando mais te tenho? Horrível é a sensação de ver-te esvaindo-se pelas palmas de minhas mãos. Nem o relógio tem controle sobre ti, oh espírito aloprado. Como podem dividir-te em anos, minutos, segundos ou séculos? A cada dia, insistes em passar como queres. Horas viram séculos, Quando dias viram segundos. Ando precisando de ti, oh tempo. Mas quando arranjarei um tempo para você, meu caro?! És irônico. Quando és o agora, já deixas de ser. Imprevisível tu és. Imprescindível serás, sempre. Não temos o controle sobre ti. Mas é uma pena, teres o controle sobre todos nós. Impiedoso e passageiro. Mas tão eterno quanto cada um de nós. Ás vezes, ao nosso favor. Ás vezes, é o nosso pró. Quanto tempo o tempo tem? Não sei ao certo. Só sei que é muito. Ou será pouco? Será que és infinito? Ou se vai com cada um de nós? É presente? Ou passado? Ca...